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Fornecedores de grande varejista terão que cortar 20 milhões de toneladas de GEEs
Este montante equivale a retirada de 3,8 milhões de automóveis das ruas por um ano e representa uma vez e meia o crescimento estimado da pegada global de carbono da empresa com a expansão ao longo dos próximos cinco anos.
O objetivo do maior varejista mundial é reduzir as emissões ao longo da cadeira de fornecimento e conseqüentemente do ciclo de vida de seus produtos, uma iniciativa que caminha junto com outras medidas como melhorar a eficiência energética das lojas e buscar fontes alternativas de energia para a frota de caminhões.
A empresa também tem trabalhado com os fornecedores para reduzir a quantidade de embalagens e anunciou em julho passado que desenvolveria índices ecológicos para classificar os produtos que vende.
O presidente e CEO do Wall-Mart Mike Duke disse na quinta-feira que a empresa precisa incentivar o crescimento da eficiência para manter a competitividade com a expansão global e custos energéticos mais altos.
A rede Wall-Mart possui mais 100 mil fornecedores e gerou vendas de mais de US$ 400 biolhões no ano passado.
Adicionada em 1 Março 2010
CARTA CONVITE A QUARTA ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA
Formiga, 11 de dezembro de 2009.
Prezado Associado da OSCIP FORMIGA VERDE;
Com a finalidade de cumprir o Estatuto, tornamos publica a carta que o convida a participar da Quarta Assembléia Geral Ordinária, que acontecerá no dia 10 de janeiro de 2010, nas dependências da sede da OSCIP FORMIGA VERDE, às 15 horas.
Caso não tenha disponibilidade para comparecer, o Senhor(a) deverá fazer uma justificativa por escrito, descrevendo o motivo da falta e endereça-la a ASSOCIAÇAO FORMIGA VERDE / RUA EUGENIO AUGUSTO COUTINHO, 40 / BAIRRO JARDIM AMERICA / CEP 35570-000 / FORMIGA-MG até um dia antes da assembléia.
Caso não apresente a justificativa por escrito ou não compareça a reunião, será interpretado como falta grave ou não cumprimento de seu dever, que poderá acarretar em sua exclusão do quadro de associados, mediante inquérito administrativo que será instaurado na mesma oportunidade desta assembléia, de acordo com o inciso IV do artigo 12 e o inciso V do artigo 9º do estatuto.
Certo de sua presença me despeço.
Atenciosamente,
Ricardo Medeiros Brandão de Castro
PRESIDENTE
ASSOCIAÇÃO FORMIGA VERDE
37 9965 7161
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Art. 9º. São deveres dos associados fundadores e efetivos:
I. cumprir as disposições estatutárias e regimentais;
II. acatar as decisões do Grupo Dirigente;
III. prestigiar e defender a Associação, lutando pelo seu engrandecimento;
IV. trabalhar em prol dos objetivos da Associação, respeitando os dispositivos estatutários, zelando pelo bom nome da FORMIGA VERDE, agindo com ética;
V. não faltar às Assembléias Gerais;
VI. satisfazer, pontualmente, os compromissos que contraiu com a Associação, inclusive mensalidades;
VII. participar de todas as atividades sociais e culturais, estreitando os laços de solidariedade e fraternidade entre todas as pessoas e nações;
VIII. observar na sede da Associação ou onde a mesma se faça representar as normas de boa educação e disciplina
Art. 12: Da exclusão de Associados:
Ficarão excluídos dos quadros da Associação os associados que:
I- vierem a falecer;
II- se tornarem incapazes, civilmente;
III- sejam condenados, em processo crime, por prática de crime doloso, com sentença transitada em julgado;
IV- pratiquem atos que deponham contra a associação ou que venham a colidir com as finalidades sociais ou filosóficas dessa e/ou que venham a praticar qualquer outro ato que seja considerado falta grave, apurado em inquérito administrativo devidamente instaurado pelo Grupo Dirigente para tal fim;
Art. 13 Da Demissão de Associados:
Os associados que desejarem retirar-se da associação, deverão protocolar, junto ao Grupo Dirigente, com antecedência prévia de 30 (trinta) dias, requerimento de desligamento dos quadros da associação.
Parágrafo Único: trinta dias após o protocolo, os nomes dos demissionários serão retirados dos quadros de associados.
Art. 17. A Assembléia Geral se reunirá, ordinariamente, no prazo máximo de três meses após o encerramento do exercício, que se dará em 31 de dezembro, tendo como competência:
I. aprovar as contas;
II. eleger o Grupo Dirigente;
III. destituir o Grupo Dirigente;
IV. eleger o Conselho Fiscal;
V. destituir o Conselho Fiscal;
VI. alterar o estatuto;
VII. admitir associados colaboradores e beneméritos.
§ 1º As demais deliberações serão tomadas em Assembléia Geral Extraordinária ou nas reuniões do Grupo Dirigente
§ 2º A Assembléia Geral poderá ser, extraordinariamente, convocada, a qualquer tempo, pelo Grupo Diretor, pelo Conselho Fiscal ou por 1/5 (um quinto) dos associados com direito a voto.
Adicionada em 11 Dezembro 2009
Le Monde: Brasil quer liderar o Sul em Copenhague
O Brasil se posiciona resolutamente à frente da luta contra o aquecimento global. Assumindo agora orgulhosamente um papel de líder entre os países do Sul, o presidente Lula quer chegar a Copenhague levando no bolso um texto com força de lei, como testemunho de sua vontade política.
Por Jean-Pierre Langellier, enviado especial do Le Monde a Manaus*
Um ano atrás, o Brasil anunciara um "Plano Nacional de Mudanças Climáticas" onde se comprometia a reduzir "sustentadamente" o desmatamento. A promessa não fixava uma data. Essa relativa timidez tinha numerosas causas. O lobby do agronegócio, influente em Brasília e amplamente sustentado pelo Ministério da Agricultura, exercia pressão contra qualquer medida coercitiva demais para os produtores agropecuários.Dilma Rousseff, a chefe da Casa Civil – uma espécie de primeira ministra oficiosa – e futura candidata do partido de Lula, temia que metasambientalistas numeradas e datadas travariam, em plena crise, o plano plurianual de "aceleração do crescimento", um conjunto de grandes obras de infraestrutura, dispondo de US$ 290 bilhões (194,2 bilhões de euros), sob sua responsabilidade.
Ao longo de 2009, os ânimos evoluiram. Após seis meses de recessão, o Brasil saiu da crise, incólume e com o moral elevado. A aproximação da cúpula de Copenhague estimulou a reflexão. Em julho passado, numa reunião dos países emergentes conectada ao G8 de L'Aquila, o Brasil pareceu afiançar a posição chinesa, que consiste em devolver a fatura aos países industrializados do Norte, poluidores históricos, e portanto recusar-se a associar seus esforços para reduzir os efeitos do aquecimento.
A nova política brasileira em matéria de meio ambiente, anunciada em 13 de novembro, marca uma verdadeira ruptura. O Brasil promete aquilo que nem a China, nem a Índia e nem a Rússia – os outros Brics – parecem dispostos a fazer.
O país assumiu o "compromisso voluntário" de até 2020 reduzir em até 39% as emissões de gás causadoras do efeito estufa. Ele os limitará a 1,7 bilhão de toneladas, no lugar dos 2,7 bilhões previstas caso nada fosse feito e menos que os 2,1 bilhões emitidos em 2005, o ano recorde, e pouco mais que o 1,5 bilhão emitido em 1994. O Brasil é considerado, a depender dos cálculos, como o quarto ou quinto emissor mundial de gás, sobretudo em função das queimadas que acompanham o desmatamento da Amazônia e respondem sozinhas por cerca de 60% das emissões.
O grosso do esforço brasileiro se voltará para a floresta, com uma redução de 80% no desmatamento na Amazônia daqui até 2020. Mas o país tratará também da vegetação do cerrado e da pecuária, especialmente nas pastagens degradadas, dos fertilizantes, do uso de biocombustíveis, do desenvolvimento da hidroeletricidade e das fontes alternativas de energia, de uma siderurgia mais limpa.
Outros êxitos
Os objetivos delimitados foram incluidos no "plano do clima" que Lula deseja ver aprovado pelo Congresso de Brasília antes de Copenhague. Para tanto o presidente solicitou a tramitação em regime de urgência nas duas Casas. A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), relatora do projeto, prometeu dizer aos delegados americanos a Copenhague que "nós não só podemos mas fizemos", numa alusão ao famoso "Yes, we can!" de Barack Obama.
Lula poderá ostentar um outro êxito em Copenhague. Entre agosto de 2008 e julho de 2009, o Brasil registrou o menor desmatamento anual desde a implantação do serviço de controle por satélite, em 1998. A superfície desmatada baixou 45% em relação ao ano anterior.
Coisa raríssima, os compromissos assumidos por Lula receberam elogios unânimes dos políticos e dos militantes ambientalistas, do Greeenpeace à ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também ela futura candidata presidencial, sob a bandeira do Partido verde.
A ambição proclamada por Lula reflete uma tomada de consciência quanto aos efeitos do aquecimento, especialmente para o próprio Brasil – como a mídia evoca quase diariamente – e quanto ao fato de que a proteção do ecossistema poder vir acompanhada pela manutenção de um forte crescimento.
A população evolui de percepção. Conforme uma pesquisa recente, os brasileiros colocam o meio ambiente em terceiro lugar na lista de suas preocupações, depois da criminalidade e da educação.
* Fonte: Le Monde
Adicionada em 2 Dezembro 2009
China anuncia, pela 1ª vez, metas de corte de emissão de CO2

Especialistas ressalvam que redução absoluta de emissões pode não ocorrer
A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.
Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, sua "intensidade de carbono" em entre 40% a 45%, comparada aos níveis de 2005.
A "intensidade de carbono", uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB).
As autoridades dizem que a meta obedece "às condições nacionais" da China, um país emergente que vê o corte de emissões como uma ameaça ao seu crescimento econômico.
Ainda assim, especialistas fazem a ressalva de que ela não necessariamente levará a uma redução absoluta das emissões.
O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 – menos do que o desejado por cientistas e os países europeus
A Casa Branca confirmou na quarta-feira que o presidente americano, Barack Obama, estará presente no encontro, assim como o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que confirmou sua ida nesta quinta-feira.
A cúpula tem por objetivo chegar a um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, que não foi ratificado pelos Estados Unidos e expira em 2012.
Redução de emissões
Entretanto, analistas creem que a meta anunciada pela China não necessariamente significará uma redução nas emissões.
O cálculo chinês é o único a utilizar a mensuração de intensidade de carbono, ou seja, a quantidade de CO2 emitido por cada unidade do produto interno.
O correspondente da BBC em Pequim, Quentin Sommerville, disse que o compromisso chinês é tornar as suas fábricas e sua infra-estrutura de energia mais eficientes na utilização de combustível, o que produziria menos gases causadores do efeito estufa.
Mas isto não significa que os níveis absolutos de carbono seriam reduzidos, observou o correspondente.
"Esta é uma ação voluntária tomada pelo governo chinês com base nas suas próprias condições nacionais e uma grande contribuição com os esforços globais de combate à mudança climática", afirmou o governo chinês em um comunicado reproduzido na agência oficial.
Na semana passada, o grupo de cooperação dos países da Ásia-Pacífico, Apec, liderado pela China e os EUA, havia decidido adiar para o ano que vem a definição de um acordo mundial sobre o clima.
O primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen, defende que a reunião de Copenhague defina acordos políticos sobre cortes de emissões dos países ricos e ações a serem adotadas por nações pobres e emergentes, com as metas obrigatórias sendo definidas em novas negociações em 2010.
Fonte: BBC Brasil
Adicionada em 27 Novembro 2009
OSCIP FORMIGA VERDE NA CONFECOM NACIONAL
A OSCIP FORMIGA VERDE, representada pelo seu presidente, Ricardo Medeiros, estará na etapa nacional da COMFECOM.
Quando da etapa estadual, ele foi eleito delegado, onde representará a SOCIEDADE CIVIL da região centro-oeste de MG.
As Conferências nacionais são um espaço de discussão entre os diversos setores sociais que visa elaborar e implementar as políticas públicas. É no processo conferencial que são organizados os debates, identificadas as diferentes visões sobre um determinado tema, mapeados os discensos e construídos os consensos.
O início da prática deste mecanismo de consulta cidadã aconteceu na 1ª Conferência Nacional de Saúde, em 1941, no Rio de Janeiro.
Os últimos seis anos foram marcados pela diversidade de temas e pela qualidade dos debates. Só neste período, foram realizadas 63 Conferências nacionais, que contaram com a participação de 4 milhões de brasileiros nas etapas municipais, estaduais e nacional. Por isso, desde 2003 elas exercem um papel cada vez maior na elaboração das políticas públicas. Atualmente, as propostas aprovadas nas Conferências são uma fonte importante de referência das ações do governo federal.
Até o final de 2009, outras dez serão realizadas, entre elas a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (1ª Confecom). Com o tema central “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania era digital”, a 1ª Confecom se desenvolverá em três eixos-temáticos: “Produção de Conteúdo”, “Meios de Distribuição” e “Cidadania: direitos e deveres”.
É uma oportunidade longamente esperada entre representantes da sociedade, das empresas e do poder público para encaminhar propostas para o avanço da cidadania na era digital.
Data: 14 a 17 de dezembro de 2009Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Adicionada em 16 Novembro 2009
Institucional